Outono II
Quando o orvalho deixado pelas chuvas inesperadas do outono,
Talvez em breve,
Secar
Alguém faça o tempo voltar
Pra revivermos e revivermos...
As manhãs com ar de tarde, manhãs de outono
Com tons tão elegantes em latência
Dias que passam incólumes
Guardados por toda nossa distância
No assoalho do armário
Dias invividos
Dias de imersão
Vontade de sair
Com medo de se molhar, dias esguios
Crianças na rede com respingo de água
Varanda vazia
Tarde tardia.
O outono.
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30.4.08
26.4.08
17.1.08

estrada
Creio que páro quando devo prosseguir
E talvez avance
quando devesse estacionar
Eu peço a Deus que me alcance
em caminhos perdidos por onde me escondo
Me sento e te espero à frente
Supondo
São suposições apenas...
Seguindo adiante alcanço quimeras
De histórias pensadas que nunca vivi
São ruas torcidas em noites imersas
Momentos insones nos quais traço versos
Apenas
Me conta um segredo
Teu
Minha vida morreu e preciso retornar
Abraça o momento daquele riso bonito
Te vejo em duas vidas
Aqui, neste mesmo lugar
Creio que páro quando devo prosseguir
E talvez avance
quando devesse estacionar
Eu peço a Deus que me alcance
em caminhos perdidos por onde me escondo
Me sento e te espero à frente
Supondo
São suposições apenas...
Seguindo adiante alcanço quimeras
De histórias pensadas que nunca vivi
São ruas torcidas em noites imersas
Momentos insones nos quais traço versos
Apenas
Me conta um segredo
Teu
Minha vida morreu e preciso retornar
Abraça o momento daquele riso bonito
Te vejo em duas vidas
Aqui, neste mesmo lugar
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