frágil
Sinto-me frágil,
Não quero mais debater sobre os
surdos tropeços nas entranhas da alma
e saber profundamente das relações,
da história das coisas, do caminho dos atos
quero viver
e sentir que a tristeza se esvai
e a beleza e toda a alegria
me transbordam
Simplesmente.
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13.2.09
30.1.09

Cinza-opaco
Um painel por detrás das colinas mais escuras
Repousam prestantes, cadeias de prédios
imagens urbanas do fim desta era
Sons avulsos escondem-se entre si
Uns aos outros [ondas confusas que se misturam]
Deprimem e dormem em nossos ouvidos
Por suas almas em expansão
Desdenhosamente
Chamarmos de barulho
Um painel por detrás das colinas mais escuras
Repousam prestantes, cadeias de prédios
imagens urbanas do fim desta era
Sons avulsos escondem-se entre si
Uns aos outros [ondas confusas que se misturam]
Deprimem e dormem em nossos ouvidos
Por suas almas em expansão
Desdenhosamente
Chamarmos de barulho
25.1.09
isaBelle
Negas a tua própria espécie
Em desdéns ferinos que partem da alma
Partem a alma...
De perto ao longe erguem-se muros entrelaçados
Quais labirintos, são barricadas
tuas defesas
em torno de ti
Eclodem, perdidos,
Claros feixes de luz em pálida fumaça onde, séria,
escondes teu rosto
E aquela canção que soava altiva
Quando eu te via
Nunca mais parou de tocar
Eu alcançava os topos das mais imponentes árvores
De todos os bosques que pudesse imaginar
Eu ouvia o canto dos passarinhos mais raros e doces
que a floresta poderia trazer a mim
E visualizava o vôo experiente que a águia mais antiga ousava sobre os desfiladeiros...
Mergulhei em todos os meus etéreos devaneios
Para esquecer tua beleza
E até tentei dizer por estas palavras
Que não consegui, meu bem...
esquecer o teu rosto nem diante de toda a beleza....
Negas a tua própria espécie
Em desdéns ferinos que partem da alma
Partem a alma...
De perto ao longe erguem-se muros entrelaçados
Quais labirintos, são barricadas
tuas defesas
em torno de ti
Eclodem, perdidos,
Claros feixes de luz em pálida fumaça onde, séria,
escondes teu rosto
E aquela canção que soava altiva
Quando eu te via
Nunca mais parou de tocar
Eu alcançava os topos das mais imponentes árvores
De todos os bosques que pudesse imaginar
Eu ouvia o canto dos passarinhos mais raros e doces
que a floresta poderia trazer a mim
E visualizava o vôo experiente que a águia mais antiga ousava sobre os desfiladeiros...
Mergulhei em todos os meus etéreos devaneios
Para esquecer tua beleza
E até tentei dizer por estas palavras
Que não consegui, meu bem...
esquecer o teu rosto nem diante de toda a beleza....
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